segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013


Guião de Leitura Pessoal – “ O Principezinho”

Sobre o autor – Antoine de Saint-Exupéry nasceu em Lyon a 29 de junho de 1900 e morreu a 31 de julho de 1944 foi escritor, ilustrador e piloto.

 Em 1926, recomendado por amigo, é admitido na Sociedade Latécoère de Aviação, onde começa então sua carreira como piloto de linha. Na noite de 31 de julho de 1944,ele descolou-se de uma base aérea na Córsega e não retornou...

O alemão Horst Rippert assumiu ser o autor dos tiros responsáveis pela queda do avião e disse ter lamentado a morte de Saint-Exupéry. Seu corpo nunca foi encontrado.

 

Sobre a obra – O Principezinho é um musical do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry, publicado em 1943 nos Estados Unidos. Numa primeira leitura, aparenta ser um livro para crianças, mas possui um grande teor poético e filosófico.

Autor: Antoine de Saint-Exupéry

Dedicado: à criança que Léon Werth foi

Ilustrador: Antoine de Saint-Exupéry

Editora: Éditions Gallimard Agir

Editorial Presença

Ano de lançamento: 1943

Páginas do livro: 93

 

Resumo – O livro “O Principezinho” começa por falar da infância do autor, onde explica que aos 6 anos teve que abandonar a carreira de pintor porque as pessoas crescidas não entendem nada. Descreve a sua viagem no seu avião que caiu no Deserto Saara

Entretanto aparece um menino que lhe pede para desenhar uma ovelha. Como ele não sabe desenhar bem, desenha uma caixa. Dentro dessa caixa está a ovelha. Ele quer a ovelha porque ele vive num asteróide muito pequenino. Lá às vezes nascem embondeiros. No seu asteróide também tinha 2 vulcões ativos e 1 adormecido. Também tem uma flor única no mundo.

Ele saiu do seu asteróide porque já estava farto da flor. Depois de ter saído de lá visitou um asteróide onde habitava um rei e depois um onde habitava um vaidoso. No 3º habitava um bêbado, no quarto um homem de negócios, no 5º estava um candeeiro e um acendedor de candeeiros. O 6º era habitado por um geógrafo. O 7º planeta que visitou foi na Terra. A Terra tinha todas as profissões dos outros países, só que em “quantidades” muito grandes.

Ele caiu no deserto e encontrou uma serpente, perguntou-lhe pelos homens, mas ela não tinha visto ninguém.

Ele continuou o seu caminho e encontrou um jardim cheio de rosas. Elas eram iguais à sua flor, por isso ficou infeliz, afinal a sua rosa não era única no mundo.

Pouco tempo depois encontrou uma raposa que lhe pediu para o cativar porque assim teria uma pessoa importante para ele. Assim cada vez que a raposa olha-se para o trigo ia lembrar-se dele. Falaram sobre a sua flor e chegaram á conclusão que afinal a sua flor era única, porque o tinha cativado.

Foi-se embora e encontrou um agulheiro e um vendedor. O vendedor vendia comprimidos para as pessoas não terem sede. Eles começaram a ter sede. Eles não tinham água nenhuma e pensaram que iam morrer á sede. No outro dia de manhã acharam um pouco e beberam água.

 Ao lado do poço estava um muro em ruínas, lá em cima estava o principezinho e lá em baixo serpente. O narrador chegou lá e a cobra fugiu.

Entretanto o narrador arranjou o avião. Nesse dia o principezinho vai ter com a serpente e pede-lhe que o morda para que possa regressar ao seu planeta e tratar da sua flor.

E a partir desse dia o narrador olhava para o céu e do sorriso do principezinho quando via as estrelas.

 

Citações – Gostei muito da seguinte citação: “ Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos” porque causa do seu significado, não devemos desvalorizar ou julgar algo só pelo seu aspeto exterior, devemos procurar o que tem de especial.

 

Comentário –  Esta história dá-nos uma grande lição de vida. Mostra que os adultos não dão qualquer relevância às coisas que realmente são importantes, preocupam-se demasiado com números, são muito materialistas, não vêm com o coração, só com os olhos, e existem determinadas coisas que só o coração vê (sente). Felizmente que ainda existem adultos que se parecem com as crianças e compreendem-nas. A meu ver toda a gente devia ler este livro.

 

 
Ana P

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Dar vista aos cegos


Um cego tinha uma filha muito linda, que o acompanhava para toda a parte, julgando assim defender a sua honra. A rapariga combinou com o namorado um estratagema: em um caminho estava uma cerejeira, e ele devia esconder-se aí, e quando passasse com o pai arranjaria as cousas de modo a poderem abraçar-se.
As cousas dispuseram-se a seu talante.
Ao passar perto da cerejeira, diz a rapariga:
- ó pai, está ali uma cerejeira, tão carregadinha, que parece um andor. Deixa-me apanhar algumas?
O cego concordou, e depois que a filha subiu à cerejeira, ficou agarrado ao tronco, para, segundo seu intento, guardar a honra da filha.
Os namorados não perderam tempo; mas, no seu enlevo, passavam dois peregrinos, que eram Jesus Cristo e São Pedro, que andavam pelo mundo.
- Divino Mestre!, exclamou São Pedro, como é louvável um pai guardar a honra da filha.
Por um ar do divino Mestre o cego recuperou subitamente a vista; e espantado de ver a filha entre a ramagem da cerejeira abraçada pelo namorado, ela com toda a frescura acudiu de pronto:
- Não se zangue comigo, pai: o que eu fiz foi para lhe dar a vista.
São Pedro olhou para o Divino Mestre, que, na sua infinita bondade, disse sorrindo: mulheres hão-de ser sempre mulheres.

 

                          Teófilo Braga (rec.),  Contos Tradicionais do Povo Português,  vol. I, 2ª ed., Publ. Dom Quixote,1995
 
 

Uma editora está a organizar duas antologias de textos narrativos com os seguintes títulos: Contos e lendas portuguesas; Narrativas de autores portugueses.
Diz em qual destas antologias colocar o texto “ Dar vista aos cegos”.
Justifica a tua resposta.
O texto narrativos dar vista aos cegos deve ser colocado na antologia “Contos e lendas portuguesas”.
Assim, lendo o texto, notamos que a linguagem usada é popular “ As cousas dispuseram-se…”;
Há presença de personagens míticas ( São Pedro e Jesus Cristo ), além de duas personagens que nos surgem sem nome ( Pai e filha ).
O texto é de fácil transmissão, com objetivo de explicar um acontecimento misterioso e sobrenatural, isto é, a cegueira do pai.
Também podemos dizer que este conto tem uma função moralizadora
e lúdica (a mulher é um ser estratega e com manha).
 



 

 

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Resumo do conto " O tesouro"


               Nesta história é retratada a vida miserável de três irmãos arruínados e fidalgos de Medranhos, Rui, Guanes e Rostobal.
Certo dia, quando foram caçar e apanhar tortulhos e na mata de Roquelanes, onde encontraram, um velho cofre de ferro;
Rui, o mais velho decidiu que o tesouro seria dividido pelos três. Guanes, concordando partiu para a vila de Rortilho consigo uma das chaves do cofre, para trazer mantimentos e alforges.
Enquanto esperavam pelo irmão, Rui convence Rostobal a assassinar-lo. Assim aconteceu o tesouro passaria a ser dos dois.
Todavia, também Rostobal foi morto pelo irmão mais velho que na posse das três chaves festeja a sua riqueza.
Entretanto após beber vinho envevenado, morreu só a gritar pelos irmãos.
 

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Texto de opinião da obra " O Principezinho"


A obra “ O Principezinho” de Antoine de Saint-Exupéry ao início parece ser uma simples história para o público infantil, porém destina-se também às pessoas crescidas. É uma obra que se revela intemporal, é para todos os tempos e para todas as idades. Tem a ver com o interior e sente-se o mesmo desde o início até ao fim.

Na nossa opinião, as personagens com quem o principezinho se cruza dão-nos lições das quais devemos tirar partido, como a raposa que vive no planeta Terra. Esta personifica a amizade, sentimento forte e imtemporal, que é um segredo bem guardado na fórmula  “o essencial é invisível aos nossos olhos”.

Sem dúvida que estamos perante um valor para toda a vida e para todos os tempos e lugares.

 Certamente esta é a grande mensagem do principezinho que, com leveza e fragilidade diz verdades universais que se aplicam a todo o mundo.

Concluímos que a leitura desta obra é obrigatória pelo seu encanto, riqueza e beleza, pela voz que dá modos de ser e de estar que fariam do planeta Terra um lugar maravilhoso.

Como é que um livro tão pequeno pode ter tanto para nos dizer!?



Soraia e Patrícia 9ºF








sábado, 6 de outubro de 2012

Publicidade - Síntese

                 Texto publicitário – texto icónico (imagem)
                                                -texto  verbal 

Existem dois tipos de publicidade:
-Publicidade comercial – promover a venda de produtos ou serviços
-Publicidade Institucional – promover ideias 
Publicidade comercial

Publicidade Institucional
O texto publicitário é constituído por: Texto icónico, texto linguístico,  símbolo da marca  e slogan
O texto icónico deve captar o olhar do  consumidor , pelo estimulo visual.
O slogan é uma frase original, fácil de memorizar
O anúncio deve obedecer aos seguintes aspetos:
A – Atenção – provocar atenção
I- Interesse – provocar interesse
D – Desejo – provocar desejo
M- Memorização  - fácil memorização
A- Ação  (levar aquisição)

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Crítica ao filme " O Principezinho "



No âmbito da disciplina de Português, da escola E.B.I Arnoso Santa Maria, a turma 9ºF pelas 08h20min na sala A6 viu o filme “The little Prince” traduzido por “O Principezinho” do realizador Stanley Donen, que tem como atores principais Gene Wilder (Raposa), Bob Fosse (Serpente), Richard Kiley (Piloto) e Steven Warner (Principezinho).
No nosso ponto de vista (Patrícia e Soraia), este musical é do nosso agrado, agradou-nos aos sentidos e ao coração!

É uma história de uma menino que vive num asteróide (pouco maior do que ele), com os seus vulcões em miniatura e a sua linda rosa, que com o tempo vai aprender que é única no universo. Um menino com cabelos loiros que mais parecem fios de ouro e com o seu cachecol amarelo a flutuar ao vento… Um dia, ele resolve viajar por vários planetas e na sua viagem acaba por visitar a Terra onde encontra um grande amigo perdido no deserto Saara. Este por sua vez cai do céu depois de uma varia no motor de avião, em que o mesmo se danifica depois de uma noite com muita turbulência.
O pequeno acaba por contar-lhe as suas duas aventuras da chegada à Terra, começa por resumir a história dele e de uma serpente misteriosa que lhe falava por enigmas e insinuava que se ela o mordesse, devido ao seu veneno mortal, poderia levá-lo para as estrelas.
Porém, também conheceu uma raposa que queria ser cativada, mas o que muda o sentido da história são estas palavras tocantes proferidas por ela: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos!”, que significa que não devemos julgar ou desvalorizar uma coisa nossa só pelo seu aspecto exterior e devemos procurar o que torna cada um especial, mesmo havendo milhares iguais, a nossa é única, pois somos nós que a tratamos e somos nós que estamos responsáveis por ela.
Todavia o principezinho apenas consegue pensar no regresso ao seu asteróide para cuidar da sua rosa. Assim, ele começa a fazer planos com a serpente para voltar ao seu planeta. O narrador consegue consertar o seu avião no dia anterior ao aniversário de um ano da chegada do principezinho.

A serpente morde o príncipe, que cai devagar sem fazer barulho na areia. No dia seguinte, o narrador está convencido que o pequeno retornou ao seu asteróide, o mesmo é também confortado pelas estrelas, nas quais ouve o riso do seu amigo, contudo fica triste e pensa que se a ovelha que desenhou terá comido a rosa do principezinho.
Este filme serviu para percebermos realmente o valor da Amizade e que não devemos matar a criança que há em nós. 

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